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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Passeio turístico com crianças

maio 26, 2017 0 Comments




No dia do meu aniversário decidimos fazer um passeio para conhecer Porto. A cidade, que é reconhecida como o melhor roteiro europeu estava tão próxima da gente que era uma chance incrível de curtir a comemoração dos meus 30 e esquecer um pouco essa distância toda e não pensar na falta de muitas pessoas nesta data. E claro, ter um dia liiindo com a minha família! 

Foi realmente divertido pesquisar os principais pontos turísticos de lá, fazer alguns roteiros, olhar alguns bons restaurantes que podíamos conhecer. Tudo parecia perfeito, tirando a parte que grande parcela desse passeio seria andando, subindo ruas e conhecendo monumentos históricos. Tudo isso com uma criança de 4 anos que reclama que ta demorando quando andamos daqui de casa até a primeira esquina da rua. Tudo isso com uma criança que adora um shopping geladinho, com brinquedos, parquinhos e que está acostumado a sair sempre para fazer algo para ele. A verdade é que em todos os passeios pensamos nele. " O restaurante tem espaço pra criança?", "Vamos no shopping pq tem aqueles brinquedos que ele adora".

Sim, seria uma das poucas vezes que o planejamento seria outro. Apostamos em um passeio turístico, histórico e que íamos tentando adaptar para ficar confortável a todos, claro. Para começar recebemos a melhor sugestão para isso que foi levar um carrinho, onde ele pudesse ficar. A melhor, digo e repito, opção para um passeio que se vá andar muito com crianças. Com o carrinho, ele não reclamaria de cansaço, se distrairia com um brinquedo enquanto estivéssemos andando e ajudaria ainda na locomoção para todos, afinal de contas andaríamos no nosso ritmo, o que fluiria melhor para dar tempo de conhecer o que estava planejado. Pronto, tudo daria certo, se Deus quiser! Agora era só esperar chegar o dia.

O PASSEIO

No sábado, acordamos bem cedo e saímos pela manhã para pegamos um comboio de Braga a Porto. A viagem é uma delícia, super tranquila e ainda tem desconto para grupos a partir de 3 pessoas. Tudo cooperando para um ótimo dia, na casa dos 30 agora! 

No caminho, o Bernardo dormiu e já saiu de lá no colo, direto para o carrinho. Começamos o roteiro ali mesmo onde saímos, na Estação de São Bento, que é a principal da cidade do Porto. Por dentro, ela é decorada com painéis de azulejos de temática histórica. Tudo lindo e muito encantador.

O dia estava lindo e o sol já mostrava que vinha com tudo. Seria uma tarde quente e ensolarada. Mais um ponto para o carrinho que nos foi dado de presente (o melhor presente ever! OBRIGADA GRACE! rs). Tampamos o carrinho e nem quando tentamos acordar, ele quis. Conhecemos diversos lugares incríveis, tiramos muitas fotos e ele só no soninho. Deu para conhecer os principais pontos, porém preferimos não entrar e conhecer muito a fundo, era um passeio para conhecer no geral e quando tivéssemos oportunidade voltaríamos para conhecer melhor. É sempre bom aproveitar tudo com calma e o carrinho, neste aspecto, já não ajudaria muito também. Mas dá para aproveitar bem os pontos turísticos ao ar livre. Vale muito a pena mesmo.

Quando chegamos na Ribeira já estava próximo da hora do almoço. E foi aí que acordamos ele e ainda deu para aproveitar aquele visual junto ao nosso pequeno. Ele começou um pouco enjoado mas depois adorou ver os peixes no Rio Douro, passear na ponte Dom Luis, a mais famosa entre as seis pontes que ficam sobre o rio. Dali até o restaurante ele foi andando, vendo as gaivotas ( que por sinal são muitas!), os cruzeiros e os barcos que transportam um monte de turistas animados. 

Depois do almoço, andamos mais um pouco pela Ribeira e chegou a vez dele. Ali mesmo achamos um parquinho e ele se esbaldou por lá,  bem do lado ainda tinha uma barraquinha da Olá (a Kibon daqui, até a marca é a mesma rs) para tomar aquele geladinho. Passeamos mais um pouco pelas barraquinhas para conhecer a parte artesanal do local e por fim paramos numa doçaria para mais uma vez nos deliciarmos com gelados e frutinhas da melhor qualidade de lá. 

Na volta ele já aproveitou mais a viagem de comboio. Voltou acordado e pôde ver algumas das paisagens que passamos e ele nem viu na ida pq estava dormindo. Ah e os túneis, que divertiram muito ele. Ah como amou passar pelos túneis. Crianças! Tudo é festa.

Saldo positivo na viagem e a certeza que sair com criança pode sempre parecer um bicho de sete cabeças, as vezes pode até ser, mas como sempre, se planejando tudo pode dar certo. E a verdade é que o passeio foi incrível sim mas vê-lo no parquinho naquele lugar maravilhoso fechou com chave de ouro o meu dia.

PS: Ah e claro, já pesquisei os pontos que posso levá-lo numa próxima vez. Tem muitos locais para se visitar com crianças em Porto tb. Mas esse vai ser um post que farei mais pra frente. 






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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Viajar de avião com criança

maio 17, 2017 6 Comments

Se viajar de avião já é uma aventura, fazer isso com uma criança, durante 10 horas, é nível hard. Bem, pelo menos, era o que eu imaginava.
Sempre que eu pensava nesse processo todo de mudança de país o frio na barriga vinha mesmo forte quando eu lembrava da tal viagem de avião a dois. Eram muitas dúvidas na minha cabeça. "Como eu iria fazer para ir ao banheiro e deixar ele sozinho?", " E ele, como usaria aquele micro banheiro?", "Como vai ser na hora de dormir?"  "Como vou fazer a mamadeira que ele costuma tomar toda noite?", "E a dor da decolagem e da aterrissagem?", "Será que ele vai conseguir me dizer se tiver sentindo algo estranho?", "Será que ele vai se entreter e ficar de boa?", será..será...será... Nossa, confesso que isso me apavorava demais.
Eu comecei então a me preparar, vendo vídeos, lendo dicas, enfim tudo que via sobre o assunto viagem com criança eu tava acompanhando. Na verdade eu lia mesmo sobre viagem de avião em geral, até pq além de toda a angústia de como meu pequeno ia ser sentir em vôo, eu tb estava prestes a fazer minha primeira viagem internacional. A realidade era que eu nunca tinha ficado tanto tempo dentro de um avião e as poucas vezes que tinha voado pelo Brasil, eu, sinceramente, não me lembrava muita coisa. Só que não era a coisa mais confortável pra mim. 

Então, tudo me preocupava.  E nessas andanças para me preparar para o grande momento eu percebi que não havia muitos relatos sobre essa experiência. Eu senti falta de ler a parte prática, de pessoas contando como foram para elas e tal, mas quase não achei. E é por isso que estou aqui, para contar um pouco aqui a minha aventura real, que pode talvez ajudar quem também vá viver isso um dia.

A escolha do vôo

Para mim, essa parte era essencial. Eu só ficava imaginando o meu Bernardo durante 10 horas sentado em um avião e para quem o conhece bem essa era uma cena bem difícil de se ver. Foi assim que decidi pelo vôo noturno. Na verdade nem passou pela minha cabeça qualquer outra opção. Tudo ja tava esquematizada: chegaríamos no avião, ele comeria algo, via uns desenhos, desenhava e pintava um pouco, jogava um jogo que tinha separado e depois dormia. Na prática foi quase isso. 
Fomos no vôo das 23h, e apesar do sono demorar um pouco mais que o esperado, o roteiro seguiu quase à risca. Melhor horário de viajar - OK!

Sobre a mala de mão

Depois de fechar o vôo, eu parti para a parte de organização das malas que ficariam comigo durante a viagem. Confesso que eu só pensava no tal "menos é mais". Sim, pq eu precisava estar com a mão livre para segurar meu filho durante o caminho que estaríamos somente nós dois, que por sinal que caminho longo. Meu Deus, tem um mundo por trás daquele portão de embarque. Eu andava, andava e andava mais e parecia nunca chegar. 
A verdade é que, antes mesmo de saber dessa pequena-grande parte eu ja havia decidido levar apenas uma mochila e uma malinha dele. Apenas! Sim, eu faria milagre para colocar tudo que eu pretendia levar mas pelo menos eu estaria mais livre para conter meu pequeno super, ágil e nada quieto menino. E foi a melhor coisa que fiz, apesar da mochila ter ficado super lotada. Eu não conseguiria me ver com mais alguma coisa, principalmente nas horas que precisei parar para mostrar os passaportes, ou na hora que precisei tirar o laptop e passar no raio x. A enrolação foi quase nenhuma, tirando a parte que sou enrolada com quase nada mesmo. 
Sem falar que na hora de me acomodar no avião deu facilmente para colocar a mala de brinquedos na parte de cima e ficar com a mochila na parte dos meus pés. Assim tudo estava a mão quando eu precisasse e eu ainda consegui organizar tudo para que ficasse fácil para ser usado quando necessitado. Ah, sem contar que na hora que ele dormiu, eu pude colocar a mochila para caso virasse ele não caísse no chão. Foi ótimo! Então é isso, duas malas numa mão e o filho na outra! 
Malas de mão - OK!

Na mala de mão

Essa parte dos itens a levar na mala, eu segui bem os manuais que li pela internet mesmo e com muito milagre deu tudo bem arrumadinho e organizadinho. Ou pelo menos até o momento que comecei a usar as coisas, claro. 
É bem simples. Na mochila tinham 3 compartimentos. Na frente, os documentos que precisaria (e não foram poucos)mostrar por lá. No meio, coloquei todos os jogos e distrações que tinha separado para ele, além dos docinhos que também iam passar o tempo. Na parte de trás e a maior, coloquei uma roupa extra pra nós dois, meias, uma manta (que na verdade tinha no avião mas não sei se tem em todos), um travesseirinho, lenços umedecidos, fraldas (nesse caso eu preferi deixar ele de fralda pra não precisar ir ao banheiro com tanta frequência), uma bolsinha de remédios, o meu laptop e o tablet dele ("o santo"). E foi o suficiente, mesmo.

PS: Fomos ao banheiro uma única vez. Sim, eu só fui pensar em ir ao banheiro ja em Braga. Só fomos trocar a fralda e ponto. Eu não tive coragem de sair e deixar ele lá sozinho. 

Brinquedos e distrações

Aqui, antes de começar, preciso abrir um parênteses para um comentário pessoal e de "marinheira de primeira viagem mesmo". No vôo eu achei que conseguiria entreter meu filho com um desenho ou algo do tipo que passaria na televisão do avião e não curti muito essa parte. Pelo menos no que eu fui mal tinha filme de criança para assistir. Até para adulto, na minha opinião, deixou muito a desejar.Mas enfim,  por sorte, tinha o tablet(ó santo tablet) com os principais desenhos, vídeos e jogos que prendem a atenção dele. Posso dizer que ele foi a melhor aquisição da vida, principalmente depois dessa viagem! 
Ele ficou bem entretido mesmo, tanto que meu medo era quando acabasse a bateria(rsrs). Foram momentos de ansiedade na primeiro som que estava para acabar (rsrs). Mas graças a Deus, deu tudo no tempo certo, quando começou a apitar para descarregar, o sono dele já tava chegando forte e ele logo adormeceu. Quase no mesmo tempo do tablet (rsrs).
Ah ele ainda se distraiu pintando uns livrinhos com desenhos e os adesivos que tinha levado. Eu ainda tiha levado uns jogo da memória e quebra-cabeças que nem deu tempo de brincar. Mas sempre bom levar tb. Escolha dos brinquedos ideias - OK!

Cuidados antes e durante a viagem

Uma semana antes de viajarmos marquei uma consulta com o pediatra dele. Eu aconselho essa visita antes da viagem para todas as mães, com toda certeza. Para mim foi fundamental pq ele me passou quase um manual com cada remédio que eu poderia dar se rolasse todo o tipo de dores bem comuns em viagem, como a de ouvido, um enjôo, febre, nariz entupido, enfim tudo que crianças adoram sentir quando vc menos está preparado (rsrs).
No avião, o Bê reclamou apenas de um pouco de dor de cabeça. E tcharã, dei o remedinho indicado e logo melhorou. Tudo em paz e os remédios foram pouco usados mas estavam lá em caso de uma emergência.
 Farmacinha útil - OK!

A decolagem e aterrissagem

Essa era sem dúvida a parte que mais preocupava. Eu sempre lia que nessa hora o ideal era a criança mamar, o que já não era mais o caso do Bê , ou se maiorzinho, mastigar um chiclete, que tb não era o caso dele. Isso me preocupou por um bom tempo, até eu ler sobre a opção de dar aquelas balinhas tipo gelatinas. O negócio era ele está mastigando para não sentir tanto a pressão e o ouvido não incomodar. Pronto, tudo quase resolvido, pois isso ele adorava mas o único medo era chegar na hora e ele não querer comer ou se caso doesse se ele ia conseguir me avisar o q tava sentido. Foi tanta ansiedade que eu dei o doce um pouco antes, quando eu achei que estava subindo, mas não estava. No fim ele comeu bastante e não sentiu nada. 
Acho que eu senti muito mais que ele tudo nessa viagem(rs).
A aterrissagem tb foi bem tranquila, ele comeu só um pouco mas tirou de letra essa parte chatinha. Balinhas de gelatina - OK!

Comida no avião

Aqui, apesar do Bê ser bem fácil de comer, eu fiquei bem receosa de vir algo que ele não gostasse ou que nunca tinha comido antes (ele tem uma certa dificuldade para experimentar comidas novas). Mas ao contrário do que imaginava e ele tirou de letra mais uma etapa. O menu foi bem tranquilo tb: uma carne com molho madeira,batatas e arroz, com sobremesa de mousse de maracujá. Simples e certeiro para o meu pequeno comilão. O café da manhã ele nem comeu pq estava dormindo e já acordou na hora da aterrissagem. 

PS: Levei a mamadeira dele com leite e chocolate em pó mas ele dormiu antes mesmo de eu pedir uma água quente pra misturar. Mas essa parte que eu tinha um certo receio de barrarem foi bem tranquilo, entrei sem problema e conseguiria dar pra ele de boa pq ja havia até falado com a aeromoça sobre onde conseguir a água quente. 

Conclusão disso tudo é que o saldo é sempre positivo quando pensamos antes, organizamos e preparamos tudo de acordo com o jeitinho das nossas crianças. Eu foquei no bem estar dele e pude receber como reposta positiva o bom desenvolvimento de todas as etapas que precisei passar dentro do avião. No fim aquele medinho de avião que persistia em me perturbar até ficou de lado e toda concentração nele me fez aproveitar um pouco mais da viagem. Então, o que eu aconselho depois disso é sempre manter a calma para aproveitar esse momentinho com eles. Vai ser só mais um do longo caminho juntos que vem pela frente, seja no seu passeio de férias ou no início de uma nova vida fora do país, como é o meu caso. 

Viagem concluída com sucesso! 
Boa viagem pra vcs tb!



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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Viver no exterior: um mês fora

maio 11, 2017 6 Comments


Hoje me dei conta que já faz um mês que me mudei para Portugal. Sinto que, aos poucos, a sensação de que tudo isso é apenas uma viagem está passando. No começo tentei não pensar nisso. E principalmente, não escrever. 
Morar longe de onde nascemos e crescemos talvez seja um dos maiores desafios da vida. A verdade é que tudo sai do eixo. O lado emocional paga um preço alto. A gente se culpa, se questiona, se angustia. De repente até as coisas que você mais detestava te fazem falta. 

"Recomeçar dói. Recomeçar exige coragem, persistência e resiliência."

A real é que ainda não sei descrever "o que é" e "como é" estar aqui. É como se o sentimento estivesse dentro de mim, todo embaralhado como um grande quebra cabeça e eu vou montado peça a peça.De pouquinho, em pouquinho! É um misto de dor da saudade do que ficou para trás com a euforia de uma nova perspectiva de vida que vem surgindo. Nem sempre fácil de equilibrar. 
Teve dias que chorei no chuveiro e outros que me senti muito bem de poder viver essa experiência tão nova e de grandes descobertas e aprendizados. Senti paz em fazer coisas simples que já não conseguia no Brasil e também me achei uma tonta em uma simples ida a uma padaria (ou supermercado), por me sentir uma analfabeta por não entender completamente a língua local. Tem dias mais fáceis e outros nem tanto.

"A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. É tentar, sem sucesso, conter um chorinho de canto e suspirar sabendo que é o único responsável pela própria escolha. No dia seguinte, ao acordar, já está tudo bem, a vida escolhida volta a fazer sentido. Mas você sabe que outras noites dessa virão."

Mas as semanas passam e eu vou tentando me encaixar nessa nova realidade. A casa começa a ficar mais familiar, os passeios me fazem conhecer um pouco da cidade e me tiram um pouco do olhar de turista. Comecei a conhecer pessoas amigas, alguns e muitos portugueses receptivos, prontos a ajudar. E o mais especial: montei o quartinho do meu filho, dando a ele,a mim e ao meu marido mais um pedacinho todo nosso por aqui. No fim, sair ou ficar em casa sozinha não é mais tão assustador. A ida a padaria, ao mercado ou a uma loja cheia de promoções (parte muito boa daqui rs) já não é aquele bicho de sete cabeças. 

Não sei como vão ser os próximos dias, meses...não sei mesmo. Mas o que eu sei que é um recomeço para tudo e há um longo caminho pela frente. E eu estou aqui, vivendo e aprendendo.

"É como “nascer de novo”. Assim como um bebê faria através da exploração do ambiente e dos sentidos, vamos reaprendendo a caminhar, a falar, a desenvolver outros  limites e novos talentos.Essa construção requer tempo, trabalho, disposição física e emocional. Não é fácil, mas tampouco impossível. O importante é estarmos conscientes de que isso é um processo."



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